
A decisão do diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, tem como base o relatório do processo 48500.004084/2013-79 instaurado por solicitação da Procuradoria da República na Paraíba, em junho de 2013.
Em setembro de 2013, a Aneel promoveu uma ampla fiscalização nos processos da concessionária para apurar denúncia feita por um funcionário de que a empresa instalava falsos sistemas de "roubo de energia (o popular "gato"), acarretando a cobrança de multas indevidas, além do acréscimo no valor do serviço."
Em fevereiro de 2014, o denunciante apresentou à Aneel uma relação de consumidores que teriam sido vítimas da possível irregularidade. SEgudno o relatório da Aneel, "nos 16 casos analisados, os fiscais da Aneel concluíram que não foram encontradas "evidências, (...), que associem a Energisa Paraíba à prática de forjamento de irregularidade em unidades consumidoras."
Os fiscais ouviram ainda os depoimentos de funcionários e gestores da empresa e registraram, que "todos os profissionais relataram que, em momento algum, ouviram ou receberam qualquer instrução por parte da Empresa para o forjamento de irregularidades em unidades consumidoras durante as inspeções de campo."