Com a crise econômica no Brasil, o município de Patos foi pouco atingido na construção civil, deixando somente o mercado construtor estável, segundo o presidente do Sindicato da Construção Civil de Patos e Região, Denilson dos Santos Gomes. Ele ainda afirmou que as demissões que aconteceram no setor durante o este ano resultou do final das obras de casas populares e estradas realizadas pelo Governo do Estado da Paraíba.
O presidente do Sindicato, relata também que a crise no país não afetou a região, mas deixa claro que existe um fator que pode ser decisivo para prejuízo. O que pode prejudicar mesmo é a água, se não chover nesses 30 ou 60 dias a construção pode vir a ter uma queda. A perfuração de poços e a reativação daqueles que, numa época atrás, supriu essas necessidade da construção civil no tocante da água seria a solução, conta Denilson.
De acordo com o empresário Diogo Medeiros, houve impacto negativo nos setor imobiliário em relação aos bloqueios colocados pela Caixa Econômica Federal. O empresário relatou que o impacto foi a nível nacional e o setor sentiu impacto quando, na hora do financiamento, a Caixa coloca obstáculos e assim há dificuldades na aprovação do perfil do comprador.
Há alguns anos a cidade de Patos vem sido destaque depois da sua propagação na construção civil motivada pela ampliação do setor educacional que atrai pessoas de toda região.