Aconteceu nesta terça-feira, dia 28, uma assembleia do Sintep (Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba) para decidir os novos rumos da greve dos professores de Patos e região.
Segundo Veria Lúcia, diretora regional do Sintep, na última sexta-feira (24) houve uma citação de ilegalidade da greve. De acordo com ela, isso se deu porque o artigo que garante o direito de greve nunca foi regulamentado.
A diretora afirma que segunda-feira (27), houve o ingressamento de um agrave de instrumento que é o recurso jurídico apropriado para atacar essa sentença junto ao presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba. Nós ainda estamos dentro das 48h estabelecida pela justiça e caso a gente descumpra, pragaremos multa. O Sintep decidiu pagar as multas pela permanência da greve no valor de R$ 5.000 por dia e esse deposito é feito cotidianamente todos os dias que a greve persistir contou Veria Lúcia.
A categoria fez uma analise e decidiu aguardar uma posição do Tribunal de Justiça com relação ao agrave. A diretora afirma que se na quinta-feira, dia 30, na assembleia geral o tribunal de justiça for favorável, haverá continuação da greve. Caso ocorra o contrario, o Sintep irá suspender temporariamente a greve em cumprimento a sentença.
A assembleia geral vai ocorrer em João Pessoa no próximo dia 30, na quinta-feira. A diretora ressalta que não vai haver modificações na pauta, pois não houve atendimento as reivindicações. O final da greve vai estar condicionada ao comportamento do Tribunal de Justiça contou.
O governo do estado tem se posicionado contra a greve. O governo já se posicionou, quando ele pede a ilegalidade da greve, Ou seja, ao invés de atende e a chamar para negociar, ele nos afronta, disse a diretora Veria Lúcia.