A relatora do Projeto de Lei Complementar 114/26, deputada [[Marussa Boldrin]], defendeu preservar o diferencial entre biocombustível e combustíveis fósseis como medidas para reduzir os preços do setor.
Segundo ela, os produtores de etanol também devem receber R$ 1,2 bilhão de subvenção. Os produtores de etanol ainda poderão utilizar saldos de [[g PIS]] e [[g Cofins]] para compensação de débitos próprios, com limite global de R$ 75 milhões neste ano.
"Não faz sentido reduzir a carga do combustível fóssil e destruir por consequência a competitividade de uma cadeia que gera emprego, renda e desenvolvimento no interior do país", argumentou.
O relatório também autoriza créditos fiscais para proteger a produção rural brasileira, incluindo fertilizantes, matérias primas e bioinsumos e reminarilizadores.
O percentual mínimo para enquadramento de empresas exportadoras será reduzido no relatório de 50% para 30% da receita.
"É uma questão de segurança alimentar e soberania nacional", afirmou. "Estamos olhando para a agroindústria que exporta", completou.
Marussa Boldrin explicou que os ganhos de arrecadação do governo com o setor de combustíveis, depois do aumento de preços causados pela guerra entre Irã e Estados Unidos, serão usados para combater os efeitos da crise.
Somente entre janeiro e março de 2026, a arrecadação federal com petróleo e gás natural chegou a R$ 28 bilhões, contra R$ 9 bilhões no mesmo período do ano passado.
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