A minha mãe me criou
Com carinho e devoção
Renegou sua existência
Pra me dá café e pão
Carregando-me dentro dela
No fundo do coração
Pra ela o que importava
Era o bem-estar dos filhos
Não tinha luxo nem riqueza
Que apagasse o seu brilho
A mãe que é mãe de verdade
Nunca abandona um filho
A missão da Mãe é árdua
Não existe comparação
Se dedica dia e noite
Com amor e com paixão
Não existe amor de mãe
Que não migre do coração
Lembro-me de vez em quando
Do passado de criança
Dos abraços calorosos
Da tristeza e da festança
Da dedicação corriqueira
Do amor e da cobrança
Quem não guarda consigo mesmo
Fortes recordações do passado
Onde se situam nelas
O Tap do bem e amado
Quando à Mãe diz lhe abraçando:
Ó, meu filho abençoado
Quero aqui homenagear
Com carinho e devoção
Com esses pequenos versos
Nossa Mãe do coração
Que labutou na vida
Pra nos dá café e pão.
Anchieta Guerra
Patos, 07/03/2013
*José Anchieta Alves Guerra, funcionário público, nasceu em Campina
Grande, migrou ainda adolescentes para João Pessoa, vindo morar em São
Mamede em 1991, se transferindo para Patos, em 1995, onde reside até
hoje.