Foi realizada na manhã desta sexta-feira, 02, na Fazenda Serra do Pedro, zona rural de Patos, a abertura da 1ª etapa da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa.
O evento teve a participação de secretários do estado da Paraíba e dos municípios de Patos, São José do Bonfim e Mãe DÁgua, bem como criadores de bovinos e profissionais agropecuários que prestigiaram a vacinação demonstrativa da abertura da campanha.
De acordo com o Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Pesca da Paraíba, Agamenon Vieira, a campanha deve ter a participação de todos os criadores de bovinos e bubalinos, sendo que a Paraíba está na área livre da febre aftosa com vacina, mas que será preciso um trabalho contínuo para que a doença não entre no estado.
Já o gerente da Defesa Agropecuária da Paraíba, Rubens Tadeu, afirmou que com a vacinação em dia, o agropecuarista poderá transitar com seu animal em outros estados. O agropecuarista paraibano pode transitar em todo o território nacional sem ter necessidade de fazer a quarentena, então, por isso que é importante está com a vacina em dia, informou.
O Secretário de Agricultura do município de Patos, Sebastião dos Santos Lima, que representou a prefeita Francisca Motta, frisou que agora a responsabilidade da vacina fica por conta do criador. O proprietário tem a reponsabilidade de vacinar seu rebanho e todas as farmácias credenciadas estão abastecidas, disse.
Para que o criador de bovinos e bubalinos fique em dia com o seu rebanho, ele deve procurar a Defesa Agropecuária de seu município e declarar a vacinação, pois, terá vantagens mediante os programas de governo que são direcionados ao homem do campo.
A vacina ainda permite que o criador tenha em mãos a Guia de Trânsito Animal GTA para ter livre circulação nos estados e abatedouros.
A Campanha contra a Febre Aftosa ocorre até o final do mês de maio, sendo que, a segunda etapa ocorre no mês e novembro.
O que é a Febre Aftosa?
É uma doença contagiosa que se dissemina rapidamente. Os animais ficam com febre, aftas na boca, nas tetas e entre unhas e se isolam dos outros. Babam, mancam, arrepiam o pelo e param de beber e comer. Consequentemente, eles perdem valor de mercado e, quando um foco é detectado, todo o País perde.