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Representantes de empresas de pagamentos digital explicam à CPI recursos para evitar fraudes

 A CPI das Pirâmides Financeiras ouviu, na quarta-feira (13), representantes de empresas de soluções em pagamentos digitais sobre medidas p...

Por: Redação Fonte: Agência Câmara de Notícias
14/09/2023 às 10h41

 

A CPI das Pirâmides Financeiras ouviu, na quarta-feira (13), representantes de empresas de soluções em pagamentos digitais sobre medidas para prevenção ao uso indevido do sistema.

O diretor-executivo do Banco BS2, Marco Magalhães, afirmou que o banco adota um protocolo, regulamentado pelo Banco Central, de controle em operações para evitar fraudes, como lavagem de dinheiro ou financiamento de terrorismo. O BS2 é um banco digital de empresas com 30 anos de atuação no mercado financeiro tecnológico.

Para  diretor da Bankly, Davi Holanda, o modelo de plataforma tecnológica de pagamentos cria um novo modelo negócios, mas é preciso observar normas e a simetria de mercado. Davi Holanda destacou a importância do Marco Legal de Criptoativos, que entrou em vigor este ano e, segundo ele, está atualizado em relação a evolução tecnológica.

Futebol
Já a CPI que investiga a manipulação em partidas de futebol ouviu o presidente da Comissão de Ética da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Carlos Renato Azevedo. Os parlamentares debateram as atitudes que a CBF vem adotando para coibir fraudes no esporte. Carlos Azevedo explicou como são acolhidas as denúncias feitas a Confederação.

Para o deputado Danilo Forte (União-CE), autor do requerimento para a realização da audiência, o código de ética da CBF deve ser atualizado, para garantir mais transparência em investigações de condutas antidesportivas.

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