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Fibra é acusada de falsificar dados de médicos de maternidade de Patos à Receita Federal

Por: Redação Fonte: Luanja Dantas
19/06/2013 às 07h42
Fibra é acusada de falsificar dados de médicos de maternidade de Patos à Receita Federal
O Instituto Social Fibra (uma das Organizações Sociais que participa da gestão pactuada do governo Ricardo Coutinho) está sendo acusada de repassar dados falsos à Receita Federal dos médicos que trabalham na Maternidade Peregrino Filho, em Patos. "Todos nós caímos na malha fina por conta de informações não verdadeiras", declarou um dos profissionais que preferiu não revelar o nome com medo de represálias.
 
De acordo com o médico, apesar de o governo ter rescindido unilateralmente o contrato com Instituto Social Fibra no início deste mês após ter detectado vícios e irregularidades constatadas na execução dos contratos, a nova ONG - Gerir - manteve a mesma equipe de diretores da Fibra à frente da maternidade. "Foi uma mudança de fachada" desabafa.
 
Amanhã, os profissionais de saúde se reúnem com os diretores da Peregrino Filho para discutir atraso e reajuste salarial. Eles reivindicam equiparação com os médicos de João Pessoa e Campina Grande. "Se não houver avanços vamos parar", alerta.
 
Ainda de acordo com o médico, a situação dosprestadores de serviçoainda é pior: os salários estão em atraso desde o mês de fevereiro.
 
No ano passado, o Instituto Social Fibra recebeu R$ 15.646.199,36 pelos serviços realizados na Paraíba. A Fibra administrava os serviços da UPA de Guarabira, da Maternidade Peregrino Filho, em Patos e do Hospital Antônio Hilário Gouveia, em Taperoá.
 
 
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