A Federação Paraibana de Futebol emitiu ?nota de esclarecimento? na tarde desta sexta-feira negando que agiu em conjunto ou mesmo aconselhou o CSP a entrar na justiça comum contra o Sousa, pela vaga na Copa do Brasil, e que culminou na suspensão do jogo do time sousense contra o Coritiba, programada para a noite desta quinta.
O documento é em resposta ao que a FPF chamou de ?insinuações? do presidente do Dinossauro, Aldeone Abrantes, que ainda no Estádio Marizão acusou a presidente da Federação Paraibana, Rosilene Gomes, de estar ?por trás de toda a confusão?.
A FPF, no entanto, diz que a ação é ?deliberada do Centro Sportivo Paraibano? e que foi um ato ?completamente isolado e sem nenhuma interferência da entidade paraibana?. E diz que ?diversas vezes pediu ao dirigente do clube pessoense (no caso o presidente do CSP, Josivaldo Alves) que não tomasse tal atitude?.
A Federação, por fim, diz que ?a decisão surpreendeu a todos?, reafirmando assim que não tem responsabilidades sobre a ação do clube de João Pessoa.
Entenda o caso
O CSP se classificou para a Copa do Brasil ao vencer a Copa Paraíba do ano passado. O problema é que a competição estadual teve a participação de apenas três clubes, desrespeitando o Regulamento Específico da Copa do Brasil que obriga que seletivas estaduais tenham a participação mínima de quatro clubes.
Faltando dez dias da estreia do CSP na Copa do Brasil, quando inclusive o adversário já era conhecido, o Sousa entrou com a ação no STJD, que acabou sendo acatada por 6 votos a 1.
No dia da estreia sousense, contudo, o CSP deu o troco. O Coritiba, inclusive, já
tinha viajado para a partida e estava concentrado em Juazeiro do Norte, no Ceará, para o jogo desta noite. O clube paranaense deveria viajar para a cidade do jogo na tarde desta quinta.
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