
Confirmando as previsões feitas pelo Instituto Patoense de Pesquisa e Estatística-INPPE, para 2012, o município de Patos terminou o ano passado com saldo positivo no mercado de trabalho.
Conforme informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego-CAGED, o município atingiu em 2012 a marca de 3.501 empregos com carteira assinada, somando todos os setores da economia Patoense.
Os números representam um crescimento quantitativo de 369 postos de trabalho comparada a 2011, quando foram gerados 3.162 empregos com carteira assinada, e um crescimento proporcional de 10,72%.
Em relação a divisão por segmento de trabalho, comércio e serviços responde pela parcela de maior representatividade, gerando 2.109 empregos com carteira assinada, o que corresponde a 60,23% dos empregos do município. Em 2011, o segmento gerou 2017 empregos com carteira assinada, gerando um saldo positivo de 82 empregos formais ou 4,04%.
Para o presidente do Sindicato dos Comerciários de Patos Everaldo Lima, atual secretário de Desenvolvimento econômico e habitação, os resultados mostram a força do comércio local e o potencial de desenvolvimento de Patos. ?Tivemos um ano positivo, e esperamos para 2013 um momento de mais expansão ainda, pois muitas indústrias novas vão chegar a Patos, graças ao seu potencial de crescimento?.
A Construção Civil foi responsável por 900 empregos com carteira assinada, e foi o segmento que cresceu mais nos últimos 12 meses. Em 2011, foram 518 empregos no mercado formal da construção civil, o que significa um crescimento quantitativo de 382 empregos, e proporcional de 73,74%.
Para Raimundo Nonato do Nascimento, presidente do Sindicato da Construção Civil, os resultados representam a força do segmento apesar da instabilidade causada pela seca e ela falta de mão de obra. ?Estamos limitados por fatores locais que impedem uma explosão de crescimento, mas os índices são realmente satisfatórios?, comentou.
O único segmento que terminou o ano com saldo negativo foi a Indústria, que contratou ao longo do ano, 454 trabalhadores e demitiu 520, o que representa um saldo negativo de 66 vagas.
As previsões do INPPE para 2012, eram de 3.500 empregos para o município, 2.100 empregos formais para comércio e serviços e 900 empregos para a construção civil.
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