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Concluída etapa que garante mais resistência à estrutura do viaduto da EPIG

O esticamento dos cabos de aço que atravessam as vigas evita desgastes ou possibilidade de quebra de material; próxima etapa é o içamento e a colo

Por: Redação Fonte: Agência Brasília
28/06/2022 às 15h25
Concluída etapa que garante mais resistência à estrutura do viaduto da EPIG
SAULO MORENO
A protensão é a etapa do serviço para esticar os cabos com um macaco hidráulico. Eles atravessam a viga e garantem maior resistência à estrutura do viaduto | Foto: Divulgação / Secretaria de Obras do DF
A protensão é a etapa do serviço para esticar os cabos com um macaco hidráulico. Eles atravessam a viga e garantem maior resistência à estrutura do viaduto | Foto: Divulgação / Secretaria de Obras do DF

Essencial para aumentar a eficiência da resistência das estruturas que vão compor o futuro viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG), o serviço de protensão das vigas foi finalizado esta semana. Ao todo, foram protendidas 28 vigas de 25 metros.

Basicamente, o serviço consiste em esticar cabos de aço, por meio de um macaco hidráulico, que atravessam a estrutura da viga através de um tubo com uma leve curvatura. Após a aferição e aprovação, a base é concretada e o excesso de cabos cortados. Uma espécie de nata é introduzida no tubo para preservação dos cabos.

“O material é pesado e o deslocamento é feito com todo cuidado. Cada viga pode demorar até quatro horas para ser posicionada corretamente, dependendo da situação”Lucas Pimentel, engenheiro da empresa contratada pelo GDF

“A protensão atua como uma força contrária ao peso que é colocado sob as vigas. Ou seja, aumentamos ainda mais a resistência das vigas, evitando qualquer desgaste ou possibilidade de quebra de material, por exemplo”, explicou Lucas Pimentel, engenheiro da empresa contratada pelo GDF para fazer a supervisão da obra.

Com a conclusão de mais uma etapa, os serviços se concentram na concretagem das lajes de encontro para que se dê início ao içamento de colocação das vigas protendidas. Para isso, será necessário o uso de um guindaste e equipamentos especializados.

“O material é pesado e o deslocamento é feito com todo cuidado. Cada viga pode demorar até quatro horas para ser posicionada corretamente, dependendo da situação”, detalhou Pimentel, enfatizando a importância do serviço.

Atualmente, a obra do viaduto da EPIG está com 30% dos serviços executados. A previsão é que a população possa usufruir do benefício até o final do ano.

*Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF

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