Os professores da Rede Municipal de Ensino aderiram à paralisação nacional da categoria e realizaram uma manifestação em frente à Prefeitura Municipal de Patos na manhã desta quarta-feira (14).
A principal reivindicação da categoria é a implantação do piso nacional de R$ 1.450,51 (um mil quatrocentos e cinqüenta reais e cinqüenta e um centavos) e os 10% do PIB- Produto Interno Bruto para a educação. O movimento foi liderado pelo sindicalista José Gonçalves, presidente do SINFEMP- Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos, que entre outras coisas, pede ainda 25% de aumento salarial para os professores de Patos, retroativo a 1º de janeiro de 2012, cuja prioridade seria aposentados e pensionistas que recebem pelo Patos Prev. Gonçalves também está tentando um reajuste de R$ 700,00 (setecentos reais) que beneficie auxiliares de serviços, merendeiras e vigias das escolas e creches municipais, além de dois salários mínimos para os motoristas e R$ 900,00 para os técnicos administrativos. A paralisação dos professores contou também com apoio do odontólogo, Pedro Medeiros, representante do SINDODONTO-PB (Sindicato dos Odontologistas do Estado da Paraíba) e teve uma boa participação da categoria. Mesmo diante de um bom público na greve desta quarta, o presidente do SINFEMP mostrou-se bastante preocupado com a ausência de profissionais nas constantes manifestações que são realizadas em prol da categoria. Os professores aguardam agora uma contraproposta do prefeito Nabor Wanderley (PMDB), para a solução dos problemas, e pelas as expectativas as negociações estão acontecendo de forma satisfatória. A paralisação nacional acontecerá até a próxima sexta-feira (16).
Fonte: Portalpatos