
Quando Deus criou o “homem” o fez a sua semelhança. Queria ele, então, que a bondade, a paz e o amor fossem semeados entre todos os seus filhos. Porém, o “homem” ao se sentir dotado de inteligência, buscou o caminho do egoísmo, da ganância e do pecado, renegando ao seu Pai criador!
Na rima tirei um verso
No verso busquei a rima
Versei a rima pra baixo
Rimei o verso pra cima
Me diga qual é a cor:
Dos raios da cerebrina?
Dos raios que caiem do céu
Reluz a luz do luar
Esmola que ajuda à pobre
Tem recompensa a ganhar
O homem tem dois caminhos:
O de acertar ou errar!
O “cabra” que pensa errado
Carrega consigo o perigo
Espera a qualquer momento
Receber o seu castigo
Podendo nos fim das contas:
Tomar água nos ouvidos!
Se pensas que Deus perdoa
Tuas “ocultas” hipocrisias
À noite rezando na igreja
Mas, pecando durante o dia
Um sujeito dessa estirpe
Não merece a luz do dia!
O homem seria a veia
Para escorrer o amor
Seria o cerne da vida;
A beleza de uma flor;
Seria a copia fiel:
Daquele que o criou!
Mas, logo que se sentiu
Dono de si e “taludo”
Renegou a quem lhe fez
Num egoísmo profundo
Desafiando ao Mestre:
Criador do nosso Mundo!
Patos, 27/02/2016
Anchieta Guerra.