
Deparei, recentemente, com uma situação que precisa ser vista e sanada. Trata-se, de uma questão de saúde, segurança, dignidade e respeito humano, demandando ao poder público, o dever de assumir o seu papel de amparar o cidadão que está refém de suas próprias condições de vida. Talvez, eu não seja o primeiro a lamentar o que ocorre naquela pequena casa da Rua Porfírio da Costa, próximo ao semáforo, no bairro do Santo Antônio, em Patos, PB, onde vivem duas pessoas em condições de subvida: uma senhora, que, pelo o aspecto não goza muito de saúde e uma jovem que tem problemas mentais, que passa o dia inteiro dentro de uma rede, convivendo lado a lado – agravando mais a situação – com dois cachorros, que, conforme alguns vizinhos relatam, são um Pitbull e um Salsicha, pondo em risco, obviamente, as vidas da Mãe e da filha.
Peço, portanto, que alguém faça alguma coisa; tomem alguma atitude para amenizar aquela situação de falta de amparo e desprezo em que “vivem”! Tomo essa iniciativa de falar sobre o problema, para que uma situação como aquela existente ali, deixe de existir. Pois, é uma obrigação do ESTADO, em qualquer esfera pública, intervir pelo bem das pessoas, principalmente, quando elas estão precisando da “Mão” dos poderes públicos, para serem tratadas como gente!
Definições:
Patos, 22/02/2016
Anchieta Guerra.