
Há dois dias, os moradores de Patos convivem com um problema até agora sem solução: uma nuvem de fumaça que encobre toda a cidade a noite e dispersa durante o dia.
A fumaça tóxica é conseqüência do incêndio do lixão de Patos, desde o último domingo, (01). Equipes do Corpo de Bombeiros estão realizando trabalho de contenção da queima de substancias no resíduos, porém, a fumaça tóxica continua espalhada por toda a cidade.
O lixão é Municipal e tem trabalhadores frequentemente movimentando e aterrando toneladas de lixo que chegam diariamente ao local. Em algumas vezes o incêndio ocorre de forma espontânea, em virtude da grande quantidade de material inflamável e gases presentes na composição do lixo. Mas já foram registrados alguns casos que o fogo teve inicio de forma criminosa.
Nas redes sociais, várias pessoas se manifestaram, postando fotos das ruas cobertas pela fumaça e pedindo providencias por parte das autoridades.
Em 2014, foi encerrado o prazo para os municípios brasileiros apresentarem o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos ao governo federal, cumprindo a determinação da lei 12.305. Além de Patos, outras 177 cidades da Paraíba não conseguiram concluir o projeto.
Um novo prazo foi estipulado e as capitais e municípios de região metropolitana terão até 31 de julho de 2018 para acabar com os lixões. Os municípios de fronteira e os que contam com mais de 100 mil habitantes, com base no Censo de 2010, terão um ano a mais para implementar os aterros sanitários. As cidades que têm entre 50 e 100 mil habitantes terão prazo até 31 de julho de 2020. Já o prazo para os municípios com menos de 50 mil habitantes será até 31 de julho de 2021.
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